DESAFIO

Como podemos apresentar o Património Cultural da SCML, de forma integrada e contextualizada, de modo a ser conhecido e acessível a todos os tipos de públicos, em particular, àqueles que habitualmente são excluídos das atividades culturais pelas suas dificuldades físicas ou constrangimentos socioculturais?

PROBLEMA / NECESSIDADE

Todo o vasto património cultural da SCML tem um interesse e valor histórico e artístico inigualável, que deve ser do conhecimento público e sobretudo deve estar acessível a todos os públicos, inclusivamente aqueles com maiores dificuldades de acesso aos bens e serviços culturais. O acesso aos serviços e edifícios históricos, como o Museu e a Igreja de São Roque (classificada como Monumento Nacional desde 1910), é dificultado, quer pela falta de mobilidade física (caso dos públicos mais idosos ou com necessidades especiais) quer pela falta de conhecimentos e hábitos em usufruir dos bens e serviços culturais. O problema /necessidade situa-se no domínio da acessibilidade e inclusão destes públicos em particular. É necessário desenvolver soluções inovadoras que recorram a estratégias digitais (como a gamificação) e às potencialidades das tecnologias de informação e comunicação para dar a conhecer o património cultural da SCML ao público em geral e, simultaneamente, estimulem e interessem os públicos com maiores dificuldades de acesso.

A Direção da Cultura (DIC) promove e coordena, de forma integrada e transversal, a ação cultural da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, designadamente nas áreas do estudo e investigação, conservação e incorporação de bens culturais, e desenvolvimento cultural, prosseguindo uma política de salvaguarda e valorização do património cultural e artístico à sua guarda. A DIC tem por objetivo evidenciar o património cultural como instrumento ao serviço do desenvolvimento humano e da coesão social, favorecendo a diversificação e promovendo o acesso generalizado às formas de expressão cultural da SCML. A Direção da Cultura integra o Museu de São Roque de cujo acervo merecem especial destaque o Tesouro da Capela de São João Baptista ou a Coleção de Arte Oriental, o Arquivo Histórico com o Compromisso da Misericórdia de 1516, a Coleção de Incunábulos ou ainda os Sinais dos Meninos Expostos, a Biblioteca, o Centro Editorial e o Serviço de Públicos e Desenvolvimento Cultural e inscreve-se num contexto mais vasto de criação de um polo cultural dinâmico em pleno centro de Lisboa, local de passagem para milhares de turistas. O Arquivo teve início nos finais do século XV, com a criação da Santa Casa. No entanto, o grande terramoto de 1755 provocou uma perda irreparável de grande parte da documentação. Por este motivo, o Arquivo Histórico tem à sua guarda sobretudo processos produzidos a partir da segunda metade do século XVIII. A Biblioteca tem à sua guarda o acervo bibliográfico dos séculos XIX a XXI e privilegia temáticas relacionadas com a atividade desenvolvida pela instituição. O Serviço de Públicos e Desenvolvimento Cultural tem como função dar a conhecer o património com valor histórico e artístico, através de atividades diversificadas. O Centro Editorial promove, coordena e executa o plano editorial da SCML, através da publicação de edições nas suas áreas de atuação, da Ação Social à Saúde, Cultura e Educação.

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